15.8.08

Preview do Command and Conquer Red Alert 3 - Parte 1


Como prometido, fiz uma força pra me afastar da frente dos jogos RTS e começar a escrever um preview do Red Alert 3. Vai ser por partes, o que é bom até pra ir incluindo o que eu for descobrindo ao longo do tempo.

Bom, estou com a versão beta, como dito no post anterior, que tem apenas a funcionalidade multiplayer. Não há um modo skirmish, pra jogar contra o PC. Isso dificulta conhecer o jogo, pois dependendo do oponente a partida não dura muito... Outra limitação que não entendi foi não poder assistir aos recorded games. Os servidores também não estão mantendo as estatísticas das partidas. São todas unranked. E a campanha, obviamente que eles não iam liberar no beta. A propósito, pela foto que eu vi da atriz escalada, Gemma Atkinson, valerá a pena fazer a campanha...

No mais o funcionamento do multiplayer é completo. Joguei uma meia dúzia de partidas com os aliados. O que percebi dos jogos deve ser entendido como a visão de alguém que só jogou o CnC3 TW e KW, e não toda a franquia CnC. Logo, tendo a comparar com estes dois últimos títulos. Um dos meus oponentes, muito bom por sinal, quando questionei como ele já estava tão bom no jogo, me respondeu que a série CnC é sempre igual... bom, em parte sim. Mas para mim as diferenças do Red Alert para o TW/KW são marcantes.

Primeiro uma pausa pra falar do visual. A verdade é que as telas do Red Alert 3 que vi em revistas e sites me assustaram um pouco. Muito coloridas e estilizadas, me pareciam um Simcity simplificado. Bom, de fato o jogo tem um estilo visual bem diferente do sombrio Tiberium Wars (e KW também). Mas em jogo aquilo funciona bem. Até o momento não senti aversão nenhuma pelos gráficos do jogo. Pelo contrário, eles são da dimensão exata para visualização e controle mais precisos. Notei quanto a isto várias coisas. Uma, que o zoom é limitado, ou seja, não tem aquele super zoom do Company of Heroes, que fica quase no nível de um jogo de tiro, e dá pra ver se o cordão do sapato do soldado está desamarrado, e nem aquela visão mais distante do Tiberium Wars, onde a batalha parece um formigueiro (não sei se os leitores de cidade grande conhecem um formigueiro ao vivo, mas á a melhor analogia que conheço...).

Tenho uma leve impressão de que eles estão direcionando o jogo para competir diretamente com o Starcraft 2, pois vejo muitas semelhanças nos mapas e no visual, e até na forma como as unidades se movimentam. Outra semelhança é que reduziram a quantidade de unidades possíveis. Primeiro, porque o fluxo de recursos é menor. Depois, o tempo de criação das unidades é maior. E depois, porque não dá pra esperar a formação de muita tropa se o rush está pra vir. Além do mais, não tive como testar isso, mas da forma como os mapas são, eles ficariam congestionados se fosse feita um fração da quantidade de unidades que normalmente faço no CnC3 TW.

A escolha sobre onde aplicar os recursos me pareceu mais cruel do que nunca. Ou evolui as tecnologias e fica sem defesas ou faz tres ou quatro unidades e não avança tecnologia ... Além disso, não há esquadrões comoo TW e no CoH. Cada unidade de infantaria é controlada separadamente, a menos é claro que seja incluída em algum grupo. É um jogo mais microgerenciado, de novo emparelhando com o Starcraft.

Vou parando por aqui no momento. Aguardem novos capítulos da saga com o Red Alert 3. Mas antes deixo uma dúvida. Fontes não oficiais dizem que o beta acaba no meio de setembro. Alguém tem mais informação sobre isso?

8.8.08

Dentro da fase beta do Red Alert 3

E não é que eu realmente recebi a key do Red Alert 3 beta? Foi hoje, estou baixando o executável neste momento, e dentro de ... deixa ver ... pouco menos de 2 horas, deve estar no meu HD. Para quem aind vai participar do programa beta, mas está esperando a key, uma coisa que pode ser adiantada é criar uma conta no FilePlanet. Pode ser free mesmo. Daí recebendo o email é só partir pro download.


O email contém uma key única e uma série de instruções. Logo no início já avisa que podem existir bugs e desbalanceamentos. Isto é normal em um produto beta. O objetivo é justamente contar com o feedback da comunidade para eliminar estes problemas. Do ponto de vista do jogador a vantagem é já ir conhecendo o jogo antes da versão final, além de ajudar a melhorar o jogo.

Portanto, quem ainda não recebeu aguarde, que a key vai chegar! Assim que eu começar a jogar estarei postando as impressões sobre o jogo aqui no blog tecnolimits.

5.8.08

Vídeo da EA sobre o Red Alert 3

O CnC: Red Alert 3 está atualmente em fase beta, e alguns jogadores que registraram a chave que veio no Kane's Wrath já estão jogando. Tenho notícias de que a quantidade de bugs ainda está muito grande, mas a fase beta é justamente para limar estes problemas. Enquanto isso, a EA liberou um episódio do Command School (#10) que descreve em detalhes como vai ser o Red Alert 3, e ainda dá algumas dicas de jogo:

http://outerspace.ig.com.br/interno.php?area=ostv&cod_ostv=5624

27.7.08

Beta test do Red Alert 3 deve começar em breve

Acabei de receber um email da EA informando para aguardar para breve o início do Beta Test do Red Alert 3. Para quem não acompanha a série Command and Conquer, quem comprou a expansão Kane's Wrath do CnC3 recebeu um número serial para o RA3. Eu cadastrei este número há alguns meses e na última sexta-feira recebi o primeiro email sobre o assunto. Meu erro foi não ter cadastrado logo que comprei o game, pois é dito que a liberação do acesso será pela ordem de cadastro... e eu só fiz isto há uns 2 meses atrás, quando tive que enviar caixa do Kane's Wrath de volta para a EA. Isto já é outra estória: o meu DVD rachou, e eu acredito que por causa da própria caixa do jogo, e tive que trocá-lo... antes de enviar o material resolvi garantir o cadastro no beta do Red Alert. E aqui vai uma dica: cuidado ao usar a caixa original do Kane's Wrath para guardar o jogo. O plástico da caixa me parece muito rigido, e acaba forçando muito o orifício central do DVD. Agora eu estou guardando o DVD em um envelope separado, parecido com o que veio no CnC3 Tiberium Wars.

18.7.08

Guild Wars no Linux e Wine

Guild Wars é o primeiro jogo comercial para Windows que eu “homologo” pessoalmente no Linux. Não valem as versões nativas para Linux de jogos comerciais, como o Doom 3 e Unreal Tournament 2003/2004, que já instalei antes. Esse é uma aplicação Windows mesmo, rodando sobre o Wine. Eu já tinha notícia que o GW rodava no Linux/Wine, mas fazer com as próprias mãos e ver funcionando dá outra percepção do fato, além é claro de ter menos uma dependência do XP.

A configuração utilizada é uma máquina com Ubuntu 8.04, com placa de vídeo GeForce 7800, drive proprietário nVidia e Wine 1.0. O jogo roda sem perda de performance, e funcionalidade completa.

Meus próximos alvos são os jogos do Steam. Escolhi o Steam por eliminar a questão da verificação do CD/DVD. Quanto a isto, hoje em dia pelo que saiba a única solução é ir para o Cedega, que é pago, e por mensalidade. Há quem adote a prática de baixar cracks para o jogo. Além de a rigor ser ilegal, tem o problema mais prático de não ser confiável. Um crack pode conter vírus ou trojans. Quem faz um software, o crack, cuja finalidade principal é pirataria, não pode ser cobrado por nada. Além disso me revolta ter que instalar crack em um jogo que eu comprei legalmente. E por fim, o crack geralmente é incompatível com as últimas versões de patchs dos jogo. Por tudo isso tenho muita resistência a instalar crack, e nos últimos anos simplesmente não instalo. A solução de criar imagens do CD e montar me pareceu ótima por um tempo, mas agora me parece um "bacalhau", um remendo.

Creio que cedo ou tarde alguém vai resolver a questão dos verificadores de drive ótico dos jogos no Linux. Mesmo jogando no Windows é inconveniente ter que ficar pegando o CD pra jogar.

12.7.08

Teclado Logitech G15


O Logitech G15 é um teclado voltado para gamers, mas que também se mostra interessante para qualquer usuário exigente. O teclado de um PC quebrou, e precisei substituir. Boa oportunidade para sair do básico e agregar algumas características que considero essenciais em um teclado, que é talvez o periférico com que mais se interage num PC, seguido do mouse, vídeo e caixas de som. Procurando realizar o velho sonho de ter um teclado com retro-iluminação, que possibilita o uso no escuro total, acabei achando este produto da Logitech. O G15 tem 3 opções de iluminação das teclas: nenhuma, média ou alta. O tom laranja da iluminação pode não agradar a qualquer um, mas para mim ficou perfeita.

O teclado possui também um pequeno painel LCD na parte de cima, também iluminado em laranja, na qual podem ser exibidas informações de aplicações instaladas dentro do software da Logitech, que acompanha o produto. Já são incluidos um medidor de performance (uso da RAM e CPU), um relógio/data, cronômetros, e perfis que exibem informações durante a partida de alguns jogos previstos pela Logitech. Por exemplo, ao rodar o Command and Conquer 3 são exibidas informações sobre a partida (unidades, recursos utilizados, etc.). Melhor mesmo seria poder escolher quais informações do jogo são mostradas. De um modo geral acho o relógio e os medidores de performance mais úteis, já que eles não poderiam ser mostrados pelos seus aplicativos normais (task manager e a task bar) quando se está jogando em full-screen. Um relógio pode parecer algo bobo, mas poupa espaço na mesa ao dispensar um relogio externo do lado do monitor, e relógio é essencial. Quem nunca perdeu a noção do tempo jogando? :-) Podem ser instalados mais aplicativos, que podem ser pesquisados em http://www.logitech.com/gamepanel, onde também existe uma lista dos jogos e demais aplicações compatíveis com o painel, como o fraps e o software de VoIP Ventrilo.


A disposição e tamanho das teclas é padrão, com layout US-International, sem mudanças inesperadas. O DEL está onde se espera. A única novidade, tirando as teclas padrão e as teclas multimidia em cima é a coluna de 6 teclas G1 a G6 à esquerda, que podem ser usadas para executar macros. O teclado não é ABNT2, o que é bom pra uns, ruim para outros e indiferente para os demais. Já fui mais preocupado com isso, e hoje acabei me acostumando aos dois, US e ABNT. Este é o segundo teclado não ABNT que comprei por não querer abrir mão de outros benefícios. Enfim, atualmente espero que o sistema operacional trate as mudanças de layout e tento me adaptar ao US ou ABNT que aparece pela frente. Duro mesmo é ficar procurando as teclas DEL, TAB, etc...
A parte de cima do teclado contém um bom conjunto de botões para multimidia, chave para bloqueio da tecla Windows (importante, porque se pressionada acidentalmente pode fechar a tela fullscreen de um jogo, o que pode ser fatal...), controle do som, incluindo volume, controle de macros, controle do nível de iluminação e do painel. Controle de volume é outro detalhe que não dá para abrir mão em um teclado doméstico. À frente do painel temos duas saidas USB, uma delas creio que é perfeita para ligar um mouse, e com isso reduzir a fiação passando para trás do PC. Por falar em organizaçào de cabos, o G15 possui também um sistema de canaletas em baixo para facilitar a organização dos cabos.

Acho que não preciso mencionar a qualidade dos produtos da Logitech. A sensação de toque é muito boa, transmitindo segurança na resposta tátil, quer dizer, a sensação de ter realmente pressionado a tecla, e sem que cada teclada seja barulhenta (dá pra jogar com fones sem incomodar a casa toda). Quando o G15 está apagado as letras ficam em um tom meio cinza que não é feio, mas tem pouco contraste. Como os caracteres também são relativamente pequenos, a combinação de tamanho e cor das letras resulta em uma visualização que poderia ser melhor. Isso só afetaria quem olha para o teclado ao digitar, e pode ser facilmente resolvido acendendo a retro-alimentação. Foi o único ponto negativo que achei no produto, e mesmo assim meio subjetivo. Concluindo, recomendo o G15 para qualquer um que deseje um teclado de excelente qualidade. Meu medo agora é ficar mal acostumado.
Leia mais sobre o G15 no site da Logitech.

29.6.08

Etapa Brasileira do WCG 2008


Estão definidos os jogos que farão parte da etapa braileira do WCG 2008. São 7 títulos: Guitar Hero III, CS 1.6, Age III The Asian Dynasties, Halo 3, FIFA 08, NFS Prostreet e Caron 3D.

A grande surpresa, e decepção, fica por conta da ausência de três dos principais títulos de RTS da atualidade, que fazem parte do WCG 2008, mas não foram incluídos na classificação no Brasil: Starcraft, Warcraft III e Command and Conquer 3. Sou de opinião que, pelo simples fato de estarem nas finais internacionais, deveria pelo menos haver uma classificação nacional para cada um destes títulos. Se por acaso não houvesse quorum, ela seria cancelada. Mas pelo que conheço da comunidade CnC3 e War3, dificilmente isto iria acontecer. Como consequência, o Brasil já sai em desvantagem na classificação geral do quadro de medalhas!

As inscrições para as modalidades listadas podem ser feitas no site oficial do WCG Brasil.

14.6.08

Fritando um ovo na GeForce 9800 GX2

Conhece aquela expressão "esta CPU está tão quente que daria pra fritar um ovo"? Pois bem, um usuário bem humorado resolveu fazer o teste, e fritou um ovo, literalmente, em cima de uma placa de vídeo GeForce 9800 GX2.
Veja o vídeo no Youtube:




Esse tipo de coisa que me faz pensar quando se está indo longe demais em busca de performance em um computador. Comecei a ficar alerta na época do Pentium 4, cujas últimas versões eram reconhecidas pelo aquecimento e alto consumo. E pior, com comportamento instável e irregular, pois em caso de aquecimento a CPU entrava em trhottling, baixando a performance, para impedir a queima do componente. A Intel acabou por parar a linha de evolução do P4, substituida por outra tecnologia totalmente diferente, que nos desktops virou a Core 2 Duo, bem mais eficiente, ou seja, gastando menos energia e aquecendo proporcionalmente menos, para uma performance até melhor.

A área de placas de vídeo está passando por uma situação parecida. A ATI e nVidia não medem esforços para criar produtos para os fans de jogos e de hardware, que estão sempre querendo a melhor máquina e não medem gastos para obtê-la. Até que ponto vale a pena? Se fosse uma escolha racional, talvez pouquissimos PCs acabassem com uma placa destas, apenas aqueles que realmente precisassem rodar algum software gráfico mais pesado. Como não é, qualquer jogador pode pegar uma placa destas só pra obter mais frames por segundo nos últimos jogos lançados. E tem gente que nem joga tanto, mas por gostar de hardware vai quer ter uma máquina assim pelo simples prazer.

Nada contra. Apenas lembro que se uma placa destas não é barata, ela também vai requerer um investimento adicional em gabinete melhor, maior e mais ventilado, uma fonte de alimentação mais robusta, um projeto térmico no gabinete bem pensado, não só entupindo a máquina de coolers imensos, mas arrumando os cabos e posicionando componentes, e nos piores casos, um ar-condicionado pra manter o ambiente em menos de 35 graus no verão do Brasil...

Será esse cara do vídeo comeu todos estes ovos? Note no vídeo que são ovos diferentes... além de excesso de calor na placa de vídeo, ele está se exagerando também no colesterol. Mas o que impediria de fazer uns legumes cozidos na GF 9800?

22.5.08

GeekBench, o benchmark multiplataforma

De que adianta investir pesado num PC top se não puder compará-lo com o dos amigos para provar a supremacia da sua máquina? Ok, este não é o raciocínio de uma pessoa normal. É um raciocínio de geek. E para atender a este desejo existe o GeekBench.

Mas este programa não é totalmente supérfluo como pode parecer pela minha introdução. Na realidade benchmarks são ferramentas úteis para avaliar computadores. Eles produzem um índice padronizado, um número, que informa a performance da máquina. Por ser padronizado permite comparar as máquinas diferentes de forma justa. E comparar também um mesmo PC, depois de alterações de upgrade.

Existem benchmarks especializados em gráficos, como o 3D Mark e o Aquamark, em cálculos, em programas de escritório, etc. O GeekBench é um benchmark genérico, ou seja, mede diversos aspectos do PC de forma equillibrada, sem especialização em nenhum. E tem pouco foco nos gráficos. A grande vantagem do GeekBench no entanto é ser multiplataforma. Agora donos de PC e de Mac pode finalmente tirar a limpo as alegações sobre qual plataforma é melhor. Há versões para Mac OS, Windows, Linux e Solaris.

A propósito, o PCzinho básico que eu uso pra escrever e acessar Internet a maior parte do tempo cravou 1652. Configuração: Athlon 64 3500+ Gigabyte GA-K8N51GMF-9 1 Gb RAM (2x512 Mb dual channel) Placa de video GeForce 6200 (Xfx) HD 160 Gb SATA2, tudo isso no Windows XP. Quando tiver um tempo vou testar em outros PC mais poderosos, usados para jogos e virtualização.

E para facilitar as comparações na comunidade geek, o programa permite fazer um upload dos resultados para o site do GeekBench. Estes resultados ficam armazenados lá e associados a sua conta, podendo ser acessados por qualquer um que tenha o link para o resultado. Por exemplo, a máquina acima gerou um resultado que pode ser acessado em:
http://browse.geekbench.ca/geekbench2/view/59101

Este sistema permite também manter um histórico dos resultados de sua máquina depois de cada mudança de upgrade. A criação de contas é gratuita. O produto na versão trial só permite benchmarks em 32 bits.

Fonte: http://www.primatelabs.ca/geekbench/index.html

17.5.08

Asus apresenta placa-mãe top com Linux em firmware

A Asus apresentou nesta última sexta-feita, dia 16, uma placa-mãe da série “de luxe”, a P5Q, com uma série de tecnologias inovadoras. Entre elas está o Express Gate, que nada mais é do que um sistema operacional simplificado baseado em Linux que carrega em poucos segundos programas úteis para Internet, como Web Browser, Intant Messenger, Youtube e clientes de email.

A placa também tem sistema de economia de energia que detecta a carga da CPU em tempo real e atua sobre a fonte de alimentação de forma apropriada. Além disto são incluídas características de segurança na P5Q para assegurar segurança física e dos arquivos. A placa vem com sistemas de proteção contra descargas eletrostáticas e sobre-correntes. O programa Drive Xpert encoraja a sintonia fina de performance dos HDs e o backup dos arquivos. E o programa Data Guardian protege os dados do usuário por meio do chip TPM e chave de criptografia. Nas fotos pode-se também identificar o sistema de refrigeração passivo para os chipsets, utilizados na suas motherboards mais sofisticadas da Asus, que garante maior silêncio na operação da máquina e conforto para o usuário.

A Asus ainda não divulgou o preço e a data de lançamento desta série de placas.

10.5.08

Claro está negociando com a Apple o iPhone no Brasil


Clientes da Claro podem começar a se animar. A Claro divulgou que está negociando a vinda oficial do IPhone em território nacional. E ela está prevista para o final de 2008 ainda. Eu falei dos clientes da Claro porque, se mantida a política da Apple em outros países, o celular da Apple será exclusivo de uma única operadora no país. Temos aí dois pontos controversos. Um é que existem realmente métodos de desbloqueio do iPhone, mas além de não serem recomendados pela Apple, existem inconvenientes relacionados às atualizações do software. Outro é que me parece que isso contraria as últimas normas da Anatel, que garante o desbloqueio de aparelhos celulares. Os fanáticos pela Apple (sim, Apple é o que na tecnologia que parece mais próximo a uma religião) que não quiserem desobedecer ao Steve Jobs, que mandou não desbloquear, vão ter que migrar de operadora...


4.5.08

Onze sinais de que você não é mais um jogador hard-core

O tempo passa e suas glorias de jogador estão ficando pra trás? Os reflexos já não são os mesmos? Chegar ao topo do ranking mundial não é mais uma prioridade? Podem ser sinais da idade. Será que este é o seu caso? O site Techradar publicou um artigo descrevendo os sinais de que alguém está entrando na "crise da meia idade de jogador". Vou transcrever aqui a lista, mas o artigo completo (em inglês) é bem divertido e tem argumentos para cada um dos itens:

1) Você prefere jogar contra o computador
2) Você só joga quando a namorada não está em casa
3) Você acredita que ganhar não é tudo
4) Faz dias, e não horas, desde que você ligou seu console pela ultima vez
5) Você é a pessoa mais velha negociando jogos no GameStation
6) Você gosta igualmente do seu XBOX360 e do seu PS3
7) Você lembra com carinho da era de ouro dos jogos eletrônicos
8) Você evita de jogar no Wii porque é muito esforço
9) Sua experiência em FPS consiste em aparecer, correr e morrer... aparecer, correr e morrer...
10) Você acha a idéia de videogames baseados em jogos de tabuleiro
perfeitamente aceitável
11) Você comprou GTA IV em pré-venda mas não está preocupado se vai
chegar na data de lançamento

O artigo pode ser visto aqui . Vale a pena ler, só não comece a levar isto tão a sério...

Fonte: Techradar.com

30.4.08

PS3 em versão laptop vendido por 9.000 dólares no eBay


O site Benheck.com de Benjamin Heckendorn, mostrou a versão final de um PS3 convertido para laptop, totalmente operacional. Veja mais detalhes no post original e no site engadget . O resultado é impressionante. Apesar do design não ser o ponto forte, e o aparelho ser um pouco grandinho para um notebook, trata-se realmente de um trabalho excelente, pois além do grau de dificuldade técnica, ele conseguiu um PS3 portátil. É uma edição limitada (a um). E esta unidade já foi vendida. Foi leiloado no eBay US $9,051.00 e o dinheiro será revertido para caridade.

Mas quem quiser ter um pode acompanhar este tutorial, no mesmo site, e fazer o seu ...

29.4.08

Review: MotoQ com Windows Mobile 6.0


O MotoQ não é novo, mas recebeu um upgrade para utilizar o Windows Mobile 6.0. Apesar do tempo de mercado, veremos que se mantém um produto competitivo. O visual foi alterado, com o novo acabamento em preto. O design é um ponto forte do aparelho. O preto fica bem com as teclas com iluminação de fundo em azul. Um grande destaque a meu ver é o tamanho do smartphone, bem mais fino que a média. Ele se acomoda perfeitamente em um bolso de paletó ou calça, sem gerar muito volume e peso. Quem não tiver medo de roubos pode até colocá-lo no bolso da camisa.
O produto analisado é a versão GSM (também existe MotoQ CDMA). Ela vem com um kit completo, que inclui duas baterias e um caregador avulso (para carregar fora do telefone. Nunca tive um celular com isso. Além do kit padrão em celulares top: fones, cartão de memória de 512 Mb (o celular suporta até 2 Gb), cabo de dados USB, CD com software de conexão. Um ponto positivo é o cabo padrão USB, que pode ser comprado em qualquer loja em caso de quebra ou perda do original. O que senti falta neste kit é de uma capa, ainda que básica, para proteger o aparelho em pastas, michilas ou bolsas. Em contato com outros objetos é muito fácil arranhar a tela. Nos bolsos normalmente eu uso sem capas, para aproveitar o benefício da espessura. Para levar mochilas e pastas comprei uma capa de 25,00 genérica e removível, de couro preto, que se adaptou bem.
A usabilidade é ótima para um celular, e razoável para um dispositivo de mão. Uma grande vantagem é o Windows Mobile, com sua interface familiar para quem já conhece Windows em outras plataformas. Mesmo quem nunca tenha usado Windows na vida sentiria que a interface é simples e coerente. Acostumado ao uso de um PDA com Windows Mobile 2003, posso fazer algumas comparações. A tela é obviamente menor e mais difícil de ler, mas ainda é suficiente. Dá até pra ver filmes curtos, usando o Windows media Player em tela cheia. O teclado é mais trabalhoso que a tecla de toque (por stilus), mas em compensação pode-se usá-lo só com uma mão. E a taxa de erros de escrita é menor, sem curva de aprendizado a uma nova forma de escrever.
A grande vantagem de um smartphone é o uso do email de qualquer lugar. A integração com contas do hotmail é perfeita. No caso do Gmail tive problemas. A sincronização com o Exchange corporativo funciona bem. De quebra ganha-se um MSN que pode ser utilizado de qualquer lugar. Poder conversar por MSN a baixo custo de outras cidades é uma aplicação muito útil, que costumo usar em viagens. Os aplicativos do Office (Word, Excel, Powepoint) permitem edição, que obviamente é mais desconfortável do que em um PC, mas com compatibilidade total. Também é possivel abrir arquivos em PDF e ZIP. A navegação Web é a esperada para uma tela daquele tamanho. Somente sites com versão para celular ficam bem. Dá pra ler alguns blogs mais simples também.

O MotoQ não está hoje em dia na faixa dos smatphones top de linha, mas continua com uma boa relação custo-benefício, ainda mais depois das reduções de preço. O Windows 6.0 acrescenta funcionalidade ao produto, como a edição dos arquivos do Office, embora já tenha recebido também uma nova versão, a 6.1. Em tempos de 3G, é natural que todos estejam de olho nesta tecnologia. Mas estas restrições quanto à atualidade do MotoQ não anulam as qualidades do produto, que pode ser a escolha ideal para muitos usuários.

23.4.08

SP 1 do Windows Vista disponível para download

O esperado SP1 do Windows Vista já pode ser obtido por download no site da Microsoft. O nome do arquivo, para o Vista 64 bits (alguém ainda usa o 32?), é "Windows6.0-KB936330-X64-wave1.exe". Estou a 2 dias com este SP instalado no meu PC, sem nenhum efeito colateral adverso. Acho que nem é preciso ressaltar a importância deste SP. Por mais que se pense que está tudo bem com o PC, obter as últimas atualizações o mais rápido possível é sempre a melhor política.

Link do SP1 All Language Standalone no site da Microsoft (para x64, outras vesões também disponíveis no site).

TrackMania Nations Forever no Steam, e de graça


Um jogo de corrida de qualidade, consagrado pelo públicio e pela crítica, tem que custar uma fortuna? Não necessariamente. Experimente o TrackMania Nations Forever, disponível pelo Steam sem custos. Para baixar o jogo é necessário criar uma conta no Steam, caso não tenha ainda uma, o que também é gratuito.


O jogo não requer aprendizado de comandos e regras complexas, apenas quatro teclas controlam o carro (as setas), e opcionalmente mais 3 para mudar o ângulo da câmera, uma para restabelecer o carro e outra reiniciar a partida. A aparente simplicidade de interação no entanto não significa que o jogo seja simplório, muito pelo contrário: gráficos top, física de respeito e um acabamento excelente fazem do jogo uma experiência imperdível.
É possível jogar sozinho, em eventos pré-definidos, ou online, contra outros jogadores conectados. Em qualquer um dos casos ganham-se medalhas que alteram a colocação no ranking mundial e nacional, o que torna o jogo ainda mais envolvente.
A simplicidade de comandos também não elimina o desafio. É um jogo que consegue prender a atenção tanto dos iniciantes como dos experientes, pois se adapta a qualquer habilidade. O nível de dificuldade nas pistas definidas é crescente, desde as muito fáceis até as que requerem alguma adrenalina, e algumas das pistas são verdadeiros quebra-cabeças, envolvendo malabarismos que só depois de executados parecem possíveis.
Quem é fan de jogos de corridas, quem quer testar sua placa de vídeo até o limite ou ainda quem quer apenas passar alguns momentos relaxando com um jogo sem muito compromisso, o TM Nations é uma excelente opção. O jogo "free" provavelmente tem por finalidade promover outras versões do Trackmania, e talvez o serviço de jogos Steam. É necessária conexão Internet para se logar nos servidores do jogo, mesmo para jogar sozinho.

19.4.08

Radware descobre mais uma vulnerabilidade no iPhone

A empresa Radware publicou nota relatando uma falha de segurança no navegador Safari, do iPhone. Basta que o usuário acesse um site com Javascript que explore esta vulnerabilidade para que o iPhone fique exposto a uma falha de negação de serviço (DoS). Estes sites podem ser introduzidos por engenharia social (SPAM, por exemplo). O resultado pode ser o crash do Safari ou de todo o sistema do iPhone. A versão afetada do iPhone é a 1.1.4. Ainda segundo a Radware, o iPhone é vulnerável a este tipo de ataque devido a falhas de projeto no sistema do dispositivo:

"Apple iPhone Safari browser is vulnerable to DoS attacks due to a design flaw that may be triggered by a series of memory allocation operations on the dynamic memory pool, which in turn triggers a bug in the garbage collector. The security hole is currently unpatched, leaving iPhone owners vulnerable to potential attacks until Apple issues a security update."

Mas o recebimentos destes links maliciosos é algo raro certo? Errado, a infecção por SPAMs com cavalos de troia é mais comum que se possa imaginar. Um exemplo recente: já recebi esta semana dois convites do Orkut (de pessoas desconhecidas) em que o perfil destas pessoas possui um link para um suposto album de fotos na Web (fora do Orkut). Só que este link remete a uma página que o meu antivirus detectou como ataque por script. O carregamento dá página foi suspenso, graças ao antivirus. Um simples convite do Orkut ... Nada impede o uso de uma tática destas contra o usuário de iPhone. O seu iPhone já tem antivirus, antispyware e firewall?

Fonte: Radware

O que é e-sport, ou cybersport

e-sport é um conceito relativamente novo. Se refere ao esporte praticado por meios eletrônicos, normalmente computadores (ou consoles, que também são computadores) em rede. É a idéia contrária ao de jogo associado vício e à alienação. O e-sport traduz os mesmos ideais do esporte tradicional: disciplina, dedicação, superação, trabalho em equipe, competição honesta.

O conceito de jogo-vício foi o que dominou o início do desenvolvimentodos jogos eletrônicos, e há razões para isso. Naquela época o jogo eletrônico era nada mais que mais um brinquedo na mão de crianças, e competia pelo tempo destas no estudo. O raciocínio era simples: muito jogo, notas ruins. Muito jogo, pouca leitura, etc. Mais ou menos o que sempre se pensou da televisão. Só que nem todo raciocício por ser simples está correto. E não vamos esquecer também que existem pessoas propensas a se viciarem qualquer coisa, seja comida, jogos de azar, sexo, bebida, até trabalho. E estas coisas em si não são necessáriamente ruins. Mas bastam alguns exemplos isolados para taxar a atividade como um todo de nociva, e todos os praticantes como degenerados. Estranho que ninguém pense em proibir o trabalho por existirem workaholics.

Mas o cenário agora é bem diferente, pois o jogo já está sendo assimilado pela sociedade como um produto cultural como outro qualquer, e sendo utilizado por todas as faixas etárias: crianças, jovens, adultos e idosos. As primeiras gerações de jogadores são agora adultos que provaram a si mesmos que o preconceito era infundado. E além de não ser prejudicial, o jogo agora pode ser visto como benéfico. Descobre-se a cada dias novas evidências de que o videogame tem potencial para desenvolver alguns setores da mente, da mesma forma como o xadrez desenvolve outros. Como dito acima, o sucesso nos jogos por computador requer atitudes saudáveis semelhantes a de qualquer esporte tradicional, que influenciam todos os demais aspectos da vida. A única diferença seria que tudo se passa sem o uso intensivo de força muscular ou condicionamento aeróbico. No mais, o treinamento sério é necessário.

Nos últimos anos foram criadas ligas internacionais promovendo campeonatos inspirados nas olimpiadas. A união das culturas diferentes em torno de um evento no qual todos estão unidos pelos mesmos ideais. Esta união por sua vez ajudaria a promover a tolerância e paz entre todos os grupos, e a ênfase no desenvolvimento de cada indivíduo até o máximo do seu potencial. Exemplos destas ligas são o ESWC e o World Cyber Games (WCG). O Brasil vem inclusive obtendo resultados significativos nestes eventos, tendo ficado em segundo lugar na edição 2007 do WCG.

Enfim, não há porque ter medo do e-sport. Encare mais este desafio!

2.4.08

Review sobre o Command & Conquer 3: Kane's Wrath no Gamespot

O portal de jogos Gamespot acaba de publicar um review sobre o Command & Conquer 3: Kane's Wrath. Leia aqui. A nota final foi 7.5. Interessante é que eles confirmaram muitas das minhas impressões em post anterior, no qual eu tinha acabado de instalar e explorado o jogo por aproximadamente uma hora... Bom, agora estou na metade da campanha (missão 6 ou 7, e são 13 missões no total), e minha idéia continua a mesma: o jogo não mudou em jogabilidade, apenas acrescentou novas facções e unidades. Considerando o modo de conquista global, que ainda não vi, mas que o review do Gamespot comenta de forma pouco entusiástica, e que a campanha é relativamente pequena, concluo também que há pouco conteúdo para o jogador casual.

Já para o jogador online, para quem gosta de torneios ou até quem está de olha numa vaga no WCG, a expansão acaba sendo quase obrigatória, como sempre acontece com qualquer RTS: "tem que comprar porque é a versão que será usada". Por sinal, me aventurei pelo modo online do KW e constatei que pelo menos por enquanto o nível dos jogadores está alto. Ou só os experts realmente se interessaram pela expansão, ou ainda não deu tempo para os iniciantes botarem as mãos no jogo. De todo modo, a expansão parece ser mais para os fans da série, que não podem perder nenhum capítulo, e jogadores online.

29.3.08

O que é um RTS game?

Quem está meio por fora do mundo dos jogos de computador deve estar se perguntando: o que é exatamente um RTS game? Quem gosta de jogos de estratégia vai aproveitar o artigo abaixo, que explica de um modo simples o que são afinal os jogos RTS. Você pode ser um RTS gamer há tempos sem saber!

RTS é a sigla de Real Time Strategy, ou estratégia em tempo real. São jogos focados na estratégia e... são em tempo real! A forma mais fácil de explicar o que é um jogo de tempo real sem entrar na terminologia da informática é dizer que jogo em tempo real é o oposto de jogo "por turnos", ou seja, jogo em que cada jogador espera a sua vez (turno). Nos jogos em tempo real é o oposto, cada jogador vai dando suas ordens sem esperar por nada. São geralmente jogos de guerra em que cada lado tem seus exércitos, seus recursos ecônomicos e suas bases, e tenta eliminar os oponentes, ou obter sobre eles alguma vantagem definida pelo jogo como sendo a condição de vitória.

Muito provavelmente você já pode ter ouvido falar de algum jogo, ou talvez até jogado, sem reconhecer que era um RTS. Representantes muito conhecidos deste gênero de jogo são a série Command & Conquer (Tiberium Wars, Generals), a série Age of Empires (I, II, III), Age of Mythology, Starcraft, Warcraft I, II e III, Rise of Nations (e Legends), Warhammer 40.000: Dawn of War, Company of Heroes, Battle for Middle Earth II, etc.

RTS X RTT

RTS são jogos focados na estratégia. RTT é um jogo focado na tática. Um jogo RTT elimina tudo que não é tático do controle do usuário. Economia, obtenção de recursos, desenvolvimento tecnólogico, construção de bases ou cidades, nada disso faz parte de um RTT, no qual a ênfase é controlar as unidades nas batalhas. Um bom exemplo de RTT atual é o World in Conflict. Neste, além de retirados os itens listados acima, no multiplayer o jogador ainda é incentivado a jogar em equipe e se especializar em apenas um tipo de unidade (infantaria, blindados, helicopteros, etc). Ou seja, cada jogador controla muito menos detalhes e eventos do que num RTS. Na prática, alguns RTS tendem para o lado tático (como o Warhammer 40K Dawn of War e o Warcraft), sem deixarem de ser estratégicos.

Microgerenciamento x Macrogerenciamento

Muito se ouvirá falar também de microgerenciamento (ou simplesmente "micro") e macrogerenciamento. Microgerenciamento se refere ao controle de unidades (uma unidade militar, ou seja, um soldado, tanque blindado, navio de guerra, etc) em particular, por exemplo, tomarconta do que um soldado, ou grupo de soldados, está fazendo, ou protegê-lo, enviar ordens diretas a eles para atacar, recuar, mudar de formação. A atenção a essas coisas consome tempo e esforço, em detrimento do andamento do resto do jogo.

O macrogerenciamento como o nome indica é o controle de tudo no jogo, de um nivel mais abrangente, por exemplo, posicionar todas as tropas em uma região do mapa, alimentar filas de produção de coletores de recursos ou de unidades militares, estabelecendo apenas o ponto de chegada, e tomar as decisões genéricas, do tipo "quantos coletores vou fazer a cada momento e em que percentagem por recurso", ou quando começar a fazer tropas. O jogador terá que se equilibrar entre o micro e o macrogerenciamentos para obter vantagem nas batalhas sem prejudicar a estratégia global.

Uma boa definição do que é RTS, sua história e desenvolvimento pode ser lida no site da Wikipédia (versão em inglês). Existem muitos sites excelentes para se aprofundar no assunto. Google it!

Este post pode parecer meio básico demais e fora de hora para quem está acompanhando o blog a mais tempo, mas eu explico. Um dos objetivos principais do blog eXtremeRTS é divulgar a modalidade de jogos RTS. Não serão evitadas matérias mais especializadas e técnicas, mas o objetivo não é ser um reduto apenas para os iniciados. Muitos iniciantes de hoje serão os experts de amanhã, e há espaço para todos os interessados, mesmo quem não quer ser expert. Assim a comunidade de jogadores de RTS, fans, clans, torneios, e etc. vai crescendo e se tornando mais interessante para todos.

Vou tentar colocar um link para este post permanentemente na barra lateral do site, para orientar os visitantes. Críticas e sugestões para melhorar este texto são bem vindas. Pretendo também fazer novos posts voltados aos iniciantes. Sugestões de assuntos para isto serão muito bem vindas também.